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Bar do Cuscuz é embargado e tem atividades suspensas em João Pessoa

Estabelecimento havia sido autuado na semana passada.

Foto: Divulgação.
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A Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) autuou, mais uma vez, e embargou o Bar do Cuscuz na manhã desta quarta-feira (15). A decisão é recorrente de mais uma irregularidade, dessa vez, em bombonas próximo à rede fluvial do estabelecimento.

Em uma outra fiscalização realizada no final desta manhã, as autoridades encontraram mais uma infração do bar. A coordenadora do órgão, Samara Galvão, afirmou que o bar já havia sido autuado na semana passada e agora, com a nova infração, será autuado mais uma vez e embargado.

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“A partir de agora, tomarei as medidas necessárias. No local onde está o empreendimento, o resíduo é armazenado sem um sistema de drenagem adequado para conter o efluente. Esse efluente está sendo descarregado próximo à bomba do local, onde há uma casa de armazenamento e lavagem das bombonas. Todo esse efluente está sendo direcionado para a galeria da rede fluvial. Quando chega ao ponto de descarga, se mistura com todo o resíduo do restaurante, incluindo o resíduo oculto, gerando um efluente conhecido como chorume. Durante a lavagem das bombonas ou o esvaziamento, esse efluente é transportado para rede fluvial, onde será tratado e recolhido. Após a implementação das medidas corretivas, o vazamento será interrompido, permitindo a retomada das atividades normais. Hoje, ao chegarmos ao local, constatamos o vazamento”, disse em entrevista à TV Tambaú.

Na sexta-feira passada, a Sudema autuou o Bar do Cuscuz e alguns estabelecimentos por irregularidade no sistema de esgoto e despejo no mar da orla de João Pessoa.

Defesa do estabelecimento

A defesa do Bar do Cuscuz, representada pelo advogado Caio Alexandre, disse não existir comprovação de irregularidade no local.

“Pelo que a gente está acompanhando, abriu as portas do estabelecimento e comprovou que, na verdade, que não há nenhuma irregularidade. É impressionante isso porque está vindo uma suposição de que está tendo algum tipo de violação. No entanto, a gente verifica que não tem nenhuma relação e está vindo uma pressão popular gigantesca que está causando essa injustiça com o estabelecimento”, disse.

Segundo o advogado, o problema é encontrado no local não pode ser considerado crime ambiental.

“O que foi encontrado foi algo minúsculo, que nem sequer pode ser considerado infração ambiental, tudo vai ser comprovado na justiça e tem a certeza absoluta, sem nenhuma dúvida, que tudo vai ser esclarecido, confrontado, o batido e que o Bar do Cuscuz vai comprovar”, explicou em entrevista à TV Tambaú

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