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Advogado diz que ex-comandante do Exército atuava para evitar “doideira”

General e ex-ministro Paulo Sérgio Nogueira foi um dos denunciados pela PGR por participação em plano de golpe; STF julga nesta terça-feira (25) denúncia contra "núcleo crucial".

Bolsonaro, Paulo Sérgio
Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil)
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A defesa do general Paulo Sérgio Nogueira afirmou nesta terça-feira (25) que o militar teve a responsabilidade de evitar uma “doideira” e uma “ruptura”. Ele negou que o ex-comandante do Exército tenha integrado a organização criminosa que teria atuado em prol de um plano de golpe de Estado.

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou nesta manhã a análise da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra oito acusados pela participação no plano de teor golpista. Os ministro analisam se aceitam ou não a denúncia oferecida.

“Como ele integrava uma organização criminosa se ele assessorava o presidente a não fazer nada, se ele era totalmente contra golpe de Estado, de ele temia que uma doideira fosse assinada, se ele não integrava o gabinete de gestão de crise?”, questionou o advogado Andrew Fernandes no julgamento.

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Paulo Sérgio foi comandante do Exército e ministro da Defesa durante o governo de Jair Bolsonaro (PL). Ele é indicado pela PGR como integrante do “núcleo crucial” na suposta organização do golpe de Estado.

Os denunciados pela PGR são indiciados pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima, e deterioração de patrimônio tombado.

Fonte: CNN Brasil

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