O ex-diretor do Hospital Padre Zé, padre Egídio de Carvalho, foi condenado a 5 anos, 6 meses e 20 dias de prisão, em regime semiaberto, por apropriação indébita qualificada no âmbito da Operação Indignus. A decisão é da juíza da 3ª Vara Criminal de João Pessoa, Ana Christina Soares Penazzi Coelho. Cabe recurso da decisão.
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Além do padre Egídio, o ex-chefe do setor de Tecnologia da Informação do hospital, Samuel Rodrigues Cunha Segundo, também foi condenado. A sentença reconheceu que os dois atuaram em conjunto para desviar bens que eram doados pela Receita Federal ao Hospital Padre Zé e à Ação Social Arquidiocesana.
Segundo a decisão da magistrada, ao menos 676 itens foram desviados entre junho e julho de 2023, com as mercadorias sendo recebidas e armazenadas em uma sala com acesso restrito dentro do hospital. A sentença aponta que os produtos foram vendidos no mercado, pois foram encontradas 12 das 15 caixas vazias guardadas no local.
Samuel recebeu pena de 4 anos, 7 meses e 16 dias em regime semiaberto, respondendo em liberdade e com medidas cautelares.
Além das penas, o padre Egídio e Samuel também foram condenados a ressarcir R$ 525.877,77 por danos materiais e a pagar R$ 500 mil por danos morais coletivos.



