Search
Close this search box.

PB reduz desocupação para 6% em 2025 e registra a menor taxa do NE da série histórica do PNAD, revela IBGE

Dados foram divulgados nesta sexta-feira (20).

Emprego, mulher, desigualdade salarial
Imagem ilustrativa (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)
Compartilhe:

A Paraíba fechou o ano de 2025 com a menor taxa de desocupação da Região Nordeste e também de toda a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD C), iniciada em 2012. Os dados, divulgados nesta sexta-feira (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que a taxa de desocupação da Paraíba caiu de 8,3%, em 2024, para 6%, em 2025.

Em termos de redução de pontos percentuais, a Paraíba foi o segundo Estado entre as 26 unidades e Distrito Federal que mais diminuiu os percentuais de desocupação no ano de 2025. A queda na desocupação de 2,3 pontos percentuais da Paraíba, de 2024 para 2025, foi superada apenas pelo Estado de Roraima que caiu 2,5 pontos percentuais (7,6% para 5,1%). A Região Nordeste, que historicamente tem as maiores taxas de desocupação das regiões do País e de toda a série do PNAD, registrou uma queda de 1,6 ponto porcentual (de 8,6% para 7,1%).

Continua Depois da Publicidade

Segundo ainda os dados da pesquisa do IBGE, o número de pessoas desocupadas no 4º trimestre de 2025 (out/nov/dez) em relação ao mesmo período de 2024 na Paraíba caiu 33,3%. Em números absolutos a desocupação caiu de 155 mil (4º tri de 2024) para 103 mil (4º tri de 2025) ou mais de 51 mil pessoas a menos desocupadas. Já a população ocupada atingiu 1,704 milhão de pessoas no último trimestre.

Com os números da pesquisa da PNAD do IBGE de 2025 houve a alteração no ranking na taxa de desocupação dos estados do Nordeste. A Paraíba ganhou cinco posições e assumiu a liderança do Nordeste, alcançando a menor taxa de desocupação do Nordeste. Os três estados do Nordeste com a menor taxa de desocupação agora são Paraíba (6%), Ceará (6,5%) e Maranhão (6,6%). Já os Estados de Piauí (9,3%), Pernambuco (8,7%) e Bahia (8,7%) têm as maiores da Região.

Para o secretário da Fazenda Estadual, Marialvo Laureano, os inúmeros índices positivos que a Paraíba tem alcançado “é reflexo de uma política de desenvolvimento, que começou com o dever de casa bem feito, que é a gestão fiscal equilibrada e consistente, com foco em melhorar a qualidade de vida do paraibano. Enfim, chegar a esse nível histórico de quase pleno emprego é uma missão que o governador cumpriu com muito zelo, com muito êxito, fazer com que o desemprego da Paraíba fosse reduzido a esse índice. Vamos continuar agora em 2026 investindo e atraindo mais empresas para a gente conseguir reduzir mais ainda esse índice”, finalizou.

De acordo ainda com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, os cinco segmentos na Paraíba que mais tem pessoas ocupadas no 4º trimestre de 2025 são: Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (372 mil); Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (326 mil); Informação, comunicação e atividades financeiras (172 mil); Construção (165 mil); e Indústria geral (159 mil) e Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (156 mil); e Serviços domésticos (106 mil).

Sobre a pesquisa do IBGE

A PNAD Contínua é a principal pesquisa sobre a força de trabalho do Brasil. A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja emprego com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo. A amostra abrange 211 mil domicílios, espalhados por 3.500 municípios de todos os estados, que são visitados a cada trimestre. Cerca de dois mil entrevistadores trabalham nesta pesquisa, integrados às mais de 500 agências do IBGE em todo o país.

O IBGE considera como desocupadas pessoas que não trabalham, mas estão ativamente em busca de uma oportunidade. A taxa de desocupação, por sua vez, popularmente conhecida como taxa de desemprego, é o percentual de desocupados dentro do grupo de pessoas que estão na força de trabalho do país

Compartilhe: