Prefeita Corrinha Delfino diz que “não existe crise” e confirma retirada de ação judicial contra Policlínica

A gestora minimizou os boatos de instabilidade institucional e assegurou que a situação foi devidamente pacificada.

Foto: Reprodução
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Diante dos rumores sobre uma suposta tensão entre a Prefeitura de Cajazeiras e o locador do prédio onde está instalada a Policlínica Orcino Guedes, a prefeita Corrinha Delfino (PP) negou a existência de qualquer transtorno ou conflito com o proprietário do imóvel. Questionada, a gestora minimizou os boatos de instabilidade institucional e assegurou que a situação foi devidamente pacificada.

“Não existe crise nenhuma, a ação foi retirada. Trabalhamos com transparência”, disse a chefe do Executivo Municipal.

O Portal Pop Notícias teve acesso exclusivo ao documento oficial que formaliza o pedido de desistência da ação civil. No arquivo, protocolado junto à 4ª Vara Mista da Comarca de Cajazeiras, fica judicialmente constatada a retirada do processo por iniciativa do próprio autor. Com a homologação da desistência no sistema do Tribunal de Justiça, a disputa em torno dos encargos do prédio é oficialmente arquivada, garantindo o respaldo jurídico para a permanência da Policlínica Orcino Guedes no local.

Veja o documento


O caso

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O portal O Protagonista afirmou, em matéria publicada na última terça-feira (7), que o imóvel alugado pela Prefeitura de Cajazeiras para o funcionamento da Policlínica Orcino Guedes passou a ser alvo de uma ação de despejo cumulada com cobrança. Conforme os documentos do processo divulgados pelo portal, o proprietário do prédio acionou a 4ª Vara Mista da Comarca sob a alegação de que o Município teria cometido uma suposta quebra de contrato.

A acusação aponta que a gestão municipal descumpriu um dos contratos ao deixar de quitar os valores referentes ao consumo de energia elétrica da unidade de saúde. De acordo com a petição inicial veiculada, a prefeitura deveria pagar as faturas com base em medidores próprios do local e em uma tarifa pré-fixada de R$ 0,70 por quilowatt-hora. Diante do cenário, o locador fixou o valor total da causa em R$ 71.074,66, montante que engloba a fatura de energia, juros, custas processuais e uma multa contratual de R$ 30 mil. 

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