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Juíza nega prisão domiciliar a Fernando Cunha Lima e diz que doenças não impediram ele de apreciar “cerveja gelada”

Juíza Virgínia Gaudêncio de Novais retrucou os advogados afirmando que as supostas doenças não impediram o médico de consumir cervejas e sorvetes.

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Fernando Cunha Lima (Foto: Reprodução)
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O médico pediatra Fernando Cunha Lima teve uma nova derrota na Justiça paraibana. A juíza Virgínia Gaudêncio, da 4ª Vara Criminal de João Pessoa, negou pedido de prisão domiciliar, sob alegação de que o médico tem doenças graves, feito pelos advogados. Fernando Cunha Lima é suspeito de estuprar pacientes durante atendimento.

Na decisão, a juíza Virgínia Gaudêncio de Novais retrucou os advogados afirmando que as supostas doenças não impediram o médico de consumir cervejas e sorvetes.

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“A dura realidade é que, à medida que o ser humano envelhece, surgem doenças, sendo essencial aprender a conviver com elas. E, ao que tudo indica, foi o que ocorreu com o acusado enquanto esteve em liberdade. Seus problemas pneumológicos não o impediram de apreciar um bom sorvete ou uma cerveja gelada, assim como seus problemas na coluna não o privaram do convívio familiar e de momentos de lazer”, justificou a juíza.

Ainda na decisão, a juíza também negou que Fernando Cunha Lima possa cumprir a prisão em Pernambuco.

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