Search
Close this search box.

Mulher é estuprada por funcionário de empresa que deveria solucionar problema com falta de luz

Vítima foi até a delegacia para formalizar a declaração no dia 9 de junho. Polícia Civil divulgou que indiciou o homem de 33 anos por estupro.

babá, Morador de rua, Joalheria, Mãe, Empresário, Policial, Cunha Lima, Aluna, Suspeito, Ataque, Professor, Orelha, Motociclista, Mulher, Ataque, Policial, Crianças, Desaparecida, Jovem, Estudante, Sequestrado, Venezuelano, Enfermagem, Operação, Enteada, Mãe, Policiais, Suspeito, BR-230, Policial, Pai, Ex-sargento, Empresário, Bandidos, Motel, Bebê, Mulher, Pai, Policial, Homem, Jovem, Adolescente, Professor, Idoso, Bandidos, Vigilante, Foragido, Casal, bar, Homem, Médico, Empresário, Bandidos, Guerra, Grupo, Homem, Mulher, Suspeito, Espancado, Radialista, Assalto, Idoso, Surto, Sirene, Chacina, Alhandra, Vigilante, Empresário, Operação, Loja, Homem, Adolescente, Morto, Assassinado
Imagem ilustrativa (Foto: Freepik)
Compartilhe:

Uma mulher foi estuprada por um eletricista terceirizado da Companhia Paranaense de Energia (Copel) dentro da própria casa, após acionar a concessionária por estar sem luz em casa. As informações são da delegada Cláudia Krüger, que explica que dois prestadores de serviço foram até a residência prestar atendimento ao chamado.

A vítima foi até a delegacia para formalizar a declaração no dia 9 de junho e, nesta segunda-feira (7), a Polícia Civil divulgou que indiciou o homem de 33 anos por estupro.

Continua Depois da Publicidade

“Um deles foi com a vítima até o porão da casa, a fim de buscar uma ferramenta para a execução do reparo, e foi naquele local que o investigado praticou o abuso sexual”, explica a delegada.

A vítima tem 18 anos e mora em Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná, com a avó. Ela disse à polícia que o crime aconteceu no dia 30 de maio, e decidiu denunciar por meio de e-mail.

“Hoje mais cedo minha residência ficou sem luz, então chamamos a Copel para ver. Ela [a empresa] veio, e durante o trabalho deles um dos moços que veio me roubou um beijo e me levou para o porão, porque ia procurar uma ferramenta lá. Só que, nisso, ele já foi querendo fazer algo a mais. No momento eu fiquei em choque, sem saber o que fazer, houve penetração […], eu não queria aquilo, mas não consegui falar na hora. Depois de alguns segundos eu falei pra ele parar porque fiquei com medo de engravidar, daí ele parou e a gente subiu pra casa”, diz o trecho divulgado do e-mail.

A delegada conta que ouviu testemunhas que corroboram com a versão da vítima, e que tanto a Copel, quanto a empresa terceirizada colaboraram com as investigações e auxiliaram na identificação do suspeito.

O nome dele e o da empresa não foram revelados. Segundo a delegada, isso se deve porque casos envolvendo crimes sexuais são sigilosos.

Em nota, a Copel disse que assim que recebeu a denúncia oficiou a empresa terceirizada sobre a acusação e solicitou apuração a respeito.

“No mesmo dia 6 de junho a Copel procurou a Delegacia da Mulher em Ponta Grossa para se colocar à disposição e colaborar na investigação. A empresa terceirizada comunicou a Copel que o funcionário acusado foi desligado dos seus quadros. O assunto segue com as autoridades policiais”, complementa a Companhia.

Com a conclusão do inquérito, o caso foi encaminhado ao Ministério Público, que agora avalia se oficializa, ou não, a denúncia criminal contra o suspeito. Para o crime de estupro, o Código Penal prevê pena de até 10 anos de prisão.

De acordo com a delegada, o homem não foi preso porque não foi denunciado a tempo de flagrante. Ela também afirma que não se descarta a solicitação de prisão preventiva ou temporária durante o processo.

O g1 tenta identificar a defesa do suspeito.

Nenhum profissional é autorizado a entrar nas casas

A Copel ressalta que as distribuidoras de energia têm responsabilidade pela operação e manutenção das redes que ficam nas ruas e da sua conexão até a entrada de serviço dos imóveis, onde fica o relógio de luz.

“Nenhum profissional, próprio ou contratado, é autorizado a acessar quaisquer áreas do domicílio do cliente, além do local onde está o medidor de energia”, destaca a Companhia.

Denúncias

Denúncias sobre quaisquer situações podem ser repassadas de forma anônima pelos telefones 197, da Polícia Civil, ou, 181, do Disque-Denúncia.

Se o crime estiver acontecendo naquele momento e houver alguém em situação de perigo, a Polícia Militar deve ser acionada pelo telefone 190.

Fonte: G1 Campos Gerais e Sul

Compartilhe: