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Correios na Paraíba encerram greve após decisão do TST e reajuste salarial

A deliberação ocorreu durante assembleia realizada na noite da terça-feira (30).

Imagem ilustrativa de uma agência dos Correios (Foto: Elza Fiuza/Agência Brasil)
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Após quase duas semanas de paralisação, os funcionários dos Correios na Paraíba decidiram encerrar a greve iniciada em 17 de dezembro. A deliberação ocorreu durante assembleia realizada na noite da terça-feira (30), organizada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Correios e Telégrafos na Paraíba (Sintect-PB), e teve aprovação unânime da categoria.

A decisão foi tomada após o Tribunal Superior do Trabalho (TST) concluir o julgamento do dissídio coletivo e estabelecer um reajuste salarial de 5,1%, atendendo a uma das principais pautas reivindicadas pelos trabalhadores. Embora tenha reconhecido que o movimento grevista não teve caráter abusivo, o TST determinou a retomada imediata das atividades.

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Em comunicado oficial, o Sintect-PB avaliou: “a decisão representa uma vitória da mobilização e da luta coletiva, que barrou a tentativa da empresa de retirar direitos históricos da categoria”.

Com o fim da paralisação, os serviços dos Correios no estado voltaram a funcionar normalmente a partir da meia-noite desta quarta-feira (31), conforme informou o sindicato.

Entenda o caso

Os carteiros e funcionários dos Correios na Paraíba decidiram entrar em greve. A decisão da categoria foi deliberada, por unanimidade, na terça-feira (16), durante assembleia do Sindicato dos Trabalhadores em Correios e Telégrafos na Paraíba, Empreiteiras e Similares (Sintect-PB).

A categoria cobra manutenção de um acordo coletivo da campanha salarial dos funcionários, que consiste no reajuste pela inflação na folha de pagamento. À reportagem, o secretário-geral do sindicato, Tony Sérgio, explicou que as cobranças acontecem desde o mês de junho, e, até o momento, não foi dado nenhum retorno por parte da empresa e do governo federal.

Tony também afirmou que o sindicato  têm lutado contra o “desmonte” dos Correios nos últimos seis anos. No entanto, de acordo com ele, a greve deliberada nesta terça cobra apenas o reajuste pela inflação nos salários dos funcionários.

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