Plano de filme sobre Bolsonaro previa cotas milionárias e promessa de apoio migratório

Documento apresentado a investidores oferecia participação no projeto com aportes de US$ 1 milhão e citava possibilidade de benefícios ligados à imigração

Foto: Reprodução/Instagram/therealjimcaviezel
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Um plano de investimentos ligado ao filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro passou a gerar repercussão após a divulgação de detalhes sobre a proposta apresentada a possíveis investidores internacionais. O material previa cotas de US$ 1 milhão para participação no projeto audiovisual e mencionava oportunidades relacionadas à imigração para os Estados Unidos.

Segundo as informações reveladas, o projeto cinematográfico buscava captar recursos junto a empresários e investidores interessados em apoiar a produção. Entre os atrativos apresentados estavam possíveis conexões com programas migratórios norte-americanos voltados para investidores estrangeiros.

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O filme, intitulado “Dark Horse”, retrata a trajetória política de Jair Bolsonaro durante a campanha presidencial de 2018 e tem roteiro assinado pelo deputado federal Mário Frias. A produção é comandada pelo produtor mexicano Eduardo Verástegui e conta com o ator Jim Caviezel no papel principal.

A divulgação do conteúdo do plano ocorre em meio a questionamentos sobre a origem dos recursos utilizados na produção e discussões envolvendo a estrutura financeira do projeto. Nos bastidores, o caso já provoca repercussão política e jurídica, principalmente após investigações e debates sobre possíveis conexões entre empresas ligadas ao longa-metragem.

Além das polêmicas financeiras, o filme também já havia chamado atenção por denúncias envolvendo condições de trabalho durante as gravações e pelo tom político adotado na narrativa sobre Bolsonaro.

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