Um plano de investimentos ligado ao filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro passou a gerar repercussão após a divulgação de detalhes sobre a proposta apresentada a possíveis investidores internacionais. O material previa cotas de US$ 1 milhão para participação no projeto audiovisual e mencionava oportunidades relacionadas à imigração para os Estados Unidos.
Segundo as informações reveladas, o projeto cinematográfico buscava captar recursos junto a empresários e investidores interessados em apoiar a produção. Entre os atrativos apresentados estavam possíveis conexões com programas migratórios norte-americanos voltados para investidores estrangeiros.
O filme, intitulado “Dark Horse”, retrata a trajetória política de Jair Bolsonaro durante a campanha presidencial de 2018 e tem roteiro assinado pelo deputado federal Mário Frias. A produção é comandada pelo produtor mexicano Eduardo Verástegui e conta com o ator Jim Caviezel no papel principal.
A divulgação do conteúdo do plano ocorre em meio a questionamentos sobre a origem dos recursos utilizados na produção e discussões envolvendo a estrutura financeira do projeto. Nos bastidores, o caso já provoca repercussão política e jurídica, principalmente após investigações e debates sobre possíveis conexões entre empresas ligadas ao longa-metragem.
Além das polêmicas financeiras, o filme também já havia chamado atenção por denúncias envolvendo condições de trabalho durante as gravações e pelo tom político adotado na narrativa sobre Bolsonaro.




