Rachel Sheherazade anuncia entrada na política e sinaliza candidatura nas eleições

Nos bastidores, seu nome é apontado como possível integrante do Cidadania, partido que compõe federação com o PSDB.

Foto: Reprodução/Internet.
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A jornalista paraibana Rachel Sheherazade indicou que pretende disputar as eleições marcadas para 4 de outubro deste ano. O anúncio foi feito por meio de um vídeo publicado nas redes sociais na noite dessa segunda-feira (8), no qual ela compartilha reflexões sobre sua trajetória profissional e sua relação com a política.

Embora não tenha confirmado qual cargo pretende disputar nem a legenda pela qual deve concorrer, Rachel afirmou que a possibilidade de ingressar na vida pública passou a ganhar força nos últimos anos. Nos bastidores, seu nome é apontado como possível integrante do Cidadania, partido que compõe federação com o PSDB.

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Durante a publicação, a jornalista relatou que frequentemente é questionada sobre uma eventual candidatura e revelou que o tema sempre despertou seu interesse.

“Gente, em praticamente todas as redes sociais, em quase todas as entrevistas, em cada encontro que eu tenho com pessoas de diferentes partes do Brasil, alguém sempre me pergunta: por que que você não entra para a política? Olha, durante muito tempo, essa possibilidade me pareceu algo muito distante. Confesso que a política sempre exerceu um interesse, aliás, mais do que um interesse, um verdadeiro fascínio sobre mim.”

Ao explicar sua visão sobre a atividade política, Rachel destacou a importância que atribui ao papel das instituições democráticas na promoção de mudanças sociais.

“Eu acredito, sempre acreditei na boa política como o instrumento mais legítimo da democracia. Um instrumento poderoso, capaz de transformar histórias, vidas e todo o destino de um país. Então, política para mim é o caminho para atender os interesses da coletividade. É a forma de diminuir injustiças sociais, de corrigir erros históricos, de proporcionar bem-estar, prosperidade, paz social.”

Na sequência, ela reconheceu a descrença de parte da população em relação ao meio político, mas afirmou manter uma visão otimista sobre o tema.

“Eu sei que muita gente já perdeu a fé na política. Eu entendo. São tantas más notícias, são tantos escândalos, tantas falcatruas, tantos crimes, que a gente tende mesmo a desacreditar. Mas, apesar de extremamente realista, eu também sou uma otimista incorrigível. Me julguem, mas eu acredito na boa política.”

Rachel também apresentou o que considera ser uma atuação política voltada para resultados concretos e para o interesse coletivo.

“Para mim, a boa política é aquela que vai além das crenças pessoais, dos valores individuais, da ideologia de cada um. A boa política tem que pairar acima de toda e qualquer divergência. Não é aquela que professa a minha fé ou combina com a minha concepção de família e de mundo, mas é aquela que traz resultados reais, palpáveis. A política que melhora, de fato, a vida das pessoas precisa estar acima das diferenças. Ela precisa abraçar a diversidade e atender a todos conforme a sua necessidade.”

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