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Então é Natal, e o que você leu?

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Foto: reprodução

Mais um Natal batendo na porta, um novo ano chegando e sempre nos vem a reflexão do que fizemos nos últimos 12 meses. Dentre as resoluções de Ano Novo é comum colocarmos como meta praticar mais exercícios, perdoar mais e, para muitos, ler mais.

O compromisso de reduzir o tempo de tela e ler mais livros é algo que todo mundo almeja, mas, afinal, o que lemos em 2024?

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Como estamos em clima de retrospectiva, eu convido você, que me dá a honra da leitura neste instante, lembrar como foi seu ano no que se refere à leitura. Você leu quantos livros? Leu o quê? Leu o quanto queria ler, mais, menos?

Eu tive um ano com bastante leitura, embora não saiba exatamente quantos livros consegui ler ao longo do ano. Mas sei que li muita coisa boa. Descobri autores e obras fantásticos, e vou me despedindo de 2024 prometendo ler mais livros desses autores.

Li clássicos (sempre tem que ter). Li contemporâneos. Li autores paraibanos, dos quais destaco Phelipe Caldas (O menino que queria jogar futebol), Ricardo Oliveira (Verde Gás) e Maria Valéria Rezende (Carta à rainha louca).

Dentre os tantos que li, quero destacar as descobertas literárias ao longo do ano. Primeiro ‘O grande mentecapto’, de Fernando Sabino, um livro que me fez mergulhar na narrativa de Geraldo Viramundo e me sentir literalmente ao seu lado enquanto o enredo vai sendo desenvolvido. Sorri e chorei demasiadamente com esse livro e indico a todos que encontro.

Destaco também ‘A cabeça do santo’, de Socorro Acioli, que figura na lista dos mais vendidos. Tive curiosidade, pedi referências e me entreguei ao livro. Que livro! Uma narrativa que nos prende já nas primeiras páginas e que não nos deixa cair no tédio. Um livro tão bom daqueles que quando a gente termina com a certeza de que nunca mais conseguirá ler algo tão valioso como ele.

Agora, nos resta preparar nossas tradicionais metas para 2025 e escolher os livros que queremos – e precisamos – ler.

Feliz Natal!

Valéria Sinésio
Jornalista

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