
“Suba no seu caixote e conte sua história!”. Essa foi a frase dita certa lá vez por dona Marilena Garcia, mãe da atriz Mônica Martelli. A partir dela, a artista se empoderou e começou a escrever um capítulo especial na sua vida. Mônica começou a escrever a peça “Os Homens São de Marte… E é pra Lá que eu Vou”, mais especificamente no dia 14 de abril de 2005, no Teatro Cândido Mendes, em Ipanema, que foi um sucesso.

A história narra a vida de Fernanda, uma mulher solteira de 35 anos que, apesar de ser formada em jornalismo, trabalha com organização de casamentos. Em busca de um amor, ela vai se envolvendo tão intensamente com os homens que chega a ficar parecida com cada um deles. A vida, para ela, sem um amor é uma vida em preto e branco.

A montagem foi indicada ao Prêmio Shell Melhor Atriz 2005 e é vencedora do Prêmio Qualidade Brasil 2006 nas categorias Melhor Espetáculo Teatral Comédia, Melhor Atriz e Melhor Direção. Também foi indicada ao 1° Prêmio Contigo de Teatro como Melhor Espetáculo de Comédia.
E que virou uma série no canal GNT (globo sat) e tempos depois em 2014 virou um filme. Nesse mesmo ano, bateu a marca de um milhão nas bilheterias dos cinemas de todo o Brasil. Já em 2018, teve a continuação do longa chamado “Minha vida em Marte”. A história central gira em torno da superação de Fernanda (Mônica Martelli) após o término de seu casamento, com a ajuda de seu melhor amigo, Aníbal (Paulo Gustavo). Pela terceira semana consecutiva, a comédia brasileira seguia levando mais de um milhão de pessoas para as salas de cinema. O filme bateu a marca de 3 milhões de espectadores.

Mônica teve reconhecimento profissional de verdade aos 35, foi mãe aos 40 anos e vive um relacionamento saudável aos 50. E isso motiva e inspira milhões de mulheres pelo Brasil. O Papo Pop conversou com a atriz. Bora conferir?
– Mônica, como você se define?
Eu acho que eu sou uma eterna buscadora. Eu sou uma mulher que estou sempre inquieta, em busca de me melhorar, de me lapidar, de refletir sobre as minhas questões do momento. Eu acho que a gente nunca está pronto, né? Somos uma pedra bruta que a gente vai se lapidando até o último dia das nossas vidas. E isso acontece com autoconhecimento, com buscas, de tentar se conhecer, tentar entender quais são os nossos sonhos atuais. Então, eu estou sempre tentando me perguntar qual é o meu desejo hoje, o que eu sonho para os próximos anos. Então, eu sou essa mulher inquieta, sou essa mulher que estou sempre olhando para frente, estou sempre caminhando. Tenho medos, mas vou com medo mesmo, mas eu estou sempre buscando. Eu acho que eu me definiria uma eterna buscadora.
– Em suas entrevistas, você sempre fala que sua mãe é uma figura importante na sua carreira. E uma frase que ela disse para você chama atenção: “Filha, pegue seu caixote e conte sua história na rua”. O que essa frase significou para você?
Olha, essa frase da minha mãe, “pega seu caixote, vai pra praça, sobe em cima e fala seu texto pro mundo”, foi definitivo, né? Mudou a minha vida, porque até então eu fazia teste pra fazer novela na Globo, fazer programa na Globo, e não passava, ou então quase passava, e ficava triste. Não conseguia sobreviver com a minha profissão, tava sempre ali tentando, tentando, tentando, batalhando, até que um dia minha mãe virou pra mim e falou, “meu amor, o que você está esperando da vida? Que alguém tenha olhos pra você? Não espere isso, minha filha. Faz o seguinte, pega um caixote, vai pra praça, sobe em cima e fala seu texto pro mundo, mostra pro mundo quem você é”. Ali eu entendi que eu tinha que tomar as rédeas da minha vida, que eu tinha que sair daquele lugar que eu tava, eu tava insistindo num caminho e não estava acontecendo, porque insistir é diferente de persistir. Insistir é você dar soco em ponta de faca, é você querer um resultado, mas você não mudar o caminho. Persistir é você querer aquele resultado, mas você muda o caminho se for preciso, você muda a tua rota, então às vezes portas fecham pra gente, pra gente ir pra porta certa. Então, esse caixote que minha mãe falou, que eu entendi que eu tinha que mudar de rumo. Eu parei, escrevi a minha peça, os homens são de marte e é pra lá que eu vou, o caixote e a praça foi o teatro Cândido Mendes em Ipanema, onde eu estreei minha peça no dia 14 de abril de 2005. E isso mudou a minha vida, ali eu fiquei, a minha peça virou um fenômeno, eu fiquei dois anos em cartaz e mudou a minha vida, então essa fala da minha mãe é muito poderosa e até hoje eu uso essa fala, porque quando a gente sobe no caixote e mostra pro mundo o que a gente é, a gente tem que voltar a subir no caixote e mostrar pro mundo o que a gente vai mudando, os anos vão passando, a gente tá sempre tendo que provar alguma coisa, provar trabalho, provar talento, provar vocação e isso não é uma vez só que você faz. Agora o mundo já sabe quem eu sou, não é, acontece, não a gente tá sempre tendo o que fazer. Então, quando eu estou às vezes desanimada, triste, com algum projeto que está indo para frente ou então com pouca esperança, eu lembro, Mônica, sobe no caixote, vai lá, mostra para o mundo quem você é, não desiste. Então, eu acho que essa fala é muito importante e eu desejo para todos vocês que estão nos ouvindo que cada um suba no seu caixote e mostre para o mundo quem vocês são.
– A sua trajetória é uma inspiração para as mulheres. Como você se sente com a recepção das pessoas com o seu trabalho?
As pessoas me abordam com muito carinho. Elas vêm falar comigo com uma amorosidade muito grande e com quase uma intimidade, como se eu fosse uma amiga, porque eu falo muito da vida dessas pessoas. Eu falo de mim. Quando eu falo de mim, eu estou falando de muita gente, de muitas mulheres. Eu falo de relacionamento, eu estou falando de relacionamento de muitos casais, porque nós passamos pelos mesmos dramas. A gente entra nas relações com muita expectativa, as pessoas têm expectativa em cima da gente, a gente tem sonhos. Eu falo das minhas dores, eu falo das minhas alegrias, eu falo dos meus medos. Então as pessoas têm um carinho muito grande e eu sinto que eu afeto a vida das pessoas. Isso para mim é a coisa mais importante que tem no meu trabalho. É quando alguém vira para mim e fala “Mônica, você me ajudou no momento que eu fiz a minha vida” ou então “você me ajudou na minha separação”, ou então “eu estava triste, eu tinha perdido alguém importante e você me fez rir”. Eu acho que o riso é muito poderoso. Ele é muito importante. Você quando ri você muda os chacras. Então, a minha relação com o público, a minha relação com as pessoas que acompanham o meu trabalho é uma relação, assim, muito amorosa.
– A sua personagem Fernanda em “Minha vida em Marte” cativou o público. O que você acha que levou ao sucesso dela?
O sucesso da Fernanda é a identificação do público, então tudo que a Fernanda passa, eu praticamente passei. Então todas as minhas vivências, todos os meus medos, as minhas dores, as minhas expectativas, eu coloco tudo na Fernanda. Então é como se fosse uma cura para mim, uma cura para o outro também. Então eu coloco os desejos que eu tenho na Fernanda, eu coloco os meus medos, eu coloco as minhas histórias. Então a Fernanda tem características parecidas com a minha, a Fernanda mergulha no amor sem medo, ela sofre mas ela sabe que a gente não morre de amor, uma hora ela volta. Então toda essa identificação é o sucesso com certeza dos Homens são de Marte e Minha Vida em Marte.
– Você vive essa personagem há muito tempo. O que faz Fernanda ser tão atual?
Quando a gente fala de relacionamento, é atemporal e é universal, porque nós aprendemos quem nós somos através das relações, a gente precisa do outro para nos apontar características nossas, que a gente precisa para evoluir. Os relacionamentos são muito importantes, a gente entra nas relações com muita expectativa de que todos nós somos de uma cultura, essa cultura ocidental que tem essa ideia do amor romântico, que é você entrar numa relação com muita expectativa achando que o outro tem responsabilidade sobre a sua felicidade, você coloca na mão do outro esse peso de fazer você feliz e o outro na verdade tem que ter cumplicidade, companheirismo, e não é responsável pela sua felicidade. Então todos nós vivemos essas ilusões que o amor romântico vendeu para a gente, que seremos um só, que um vai completar o outro. A gente deixa de ter grandes encontros amorosos a semana inteira e já acha que está em crise. Então amor romântico vende uma realidade pra gente muito irreal. Então, é por isso que a peça é tão atual. É tão atual porque a gente continua vivendo com essa expectativa, espera disso. Então as minhas peças eu falo sobre isso porque eu também sou vítima disso, desse amor romântico. Eu também entro nas relações com muita expectativa. Eu também entro desejando muitas coisas E lá na frente a gente vê, aí começa a vir os problemas, começa a vir as crises. Então, essas crises todas são retratadas na peça também. Então é por isso que existe uma grande identificação e por isso que é tão atual.
– O que você tem em comum com a Fernanda?
O que eu tenho em comum em relação a Fernanda é quase tudo. Eu só estou mais lá na frente que a Fernanda. A Fernanda está em crise no casamento agora, com medo de separar, porque a gente tem medo de separar. Quando a gente casa, a gente quer que dê certo. Várias inseguranças e vivendo crise, vivendo a falta da libido na relação. Todas essas crises a Fernanda está passando; eu passei por isso tudo. Eu já estou lá na frente, já estou namorando. Então a única diferença é que eu estou sempre um pouquinho na frente da Fernanda. Mas eu estou sempre escrevendo sobre coisas que eu passo. Então Fernanda é muito parecida comigo em algumas características. Primeiro, mergulho no amor sem medo. Tudo bem que vai ter um chão frio ali embaixo me esperando qualquer hora. Vou me estatelar uma hora, mas eu volto, amor, eu volto. A gente volta, a gente não morre de amor, gente, a gente volta. Então eu tenho essa característica com a Fernanda, eu sou uma pessoa otimista. A Fernanda é uma mulher otimista, ela tem esperança. A Fernanda tem muitos medos, mas vai com medo mesmo, é como eu.
– “Minha vida em Marte” aborda temas como relacionamentos, família, sexo, carreira e vivências femininas. Você acha que ainda é um tabu na nossa sociedade?
Tudo que diz respeito à vida da mulher tem tabu em volta, tudo. Nós vivemos numa sociedade onde as mulheres têm que romper barreiras, desconstruir padrões, e é o que a gente tem feito ao longo desses últimos anos. Graças a todas as mulheres que vieram antes de mim, eu tô aqui hoje podendo falar com vocês sem ter que pedir autorização para o meu pai ou para o meu marido, porque antes era assim, na época da minha mãe, o CPF da mulher era o CPF do marido. A mulher tem que pedir autorização, então a gente está rompendo muitos tabus.
– A sua trajetória de vida é inspiração para o público: você teve reconhecimento profissional de verdade aos 35 anos, foi mãe aos 40 e vive um relacionamento saudável aos 50. Qual sua visão da pressão social na vida das pessoas, principalmente, das mulheres?
Existe uma pressão social de que você tem que se formar com 22 anos, tem que ter um namorado com 25, tem que casar com 28, tem que ter o primeiro filho, no máximo é 30, e com 32 já morando numa casa linda com jardim. Então se você não cumpre essa biografia, se você não cumpre essa trajetória, essa narrativa, é como se você estivesse fora. Então a gente sofre essa pressão, e as mulheres mais ainda, porque mulher não pode ficar solteira, porque mulher tem que casar, porque mulher tem que ter um par, porque mulher tem que ter filho. Existe a questão da data também. Então, a data que eu falo é a questão do limite, de você poder engravidar. Ainda bem que agora existe congelamento de óvulos, que tomara que seja aberta para a sociedade, que hoje em dia é muito restrito, porque é um tratamento caro, mas isso vai ser uma libertação para as mulheres também, como foi a pílula na década de 60, para que possamos ter relações por prazer. Podemos ter prazer? Então tudo que é relacionado à mulher existe tabu, existe preconceito.
– Para você, o segredo do sucesso é não desistir dos sonhos?
Eu acho que tudo parte de um sonho, né? Temos que ter sonhos, temos que sonhar pra gente poder acordar de manhã e ter um propósito de vida. Ter uma vontade, ter um objetivo. O que eu acho que pode acontecer na trajetória é você mudar de sonho. Você pode mudar de sonho. Você tá com um sonho aqui, você entende que as portas estão se fechando muito, mas tem uma outra pra abrir. Então você muda o sonho. Não tem problema mudar de sonho no meio do caminho. É muito comum. A gente faz isso, só que a gente tem que sonhar, né? Então tem uma história muito bonita que é da utopia, né? Se você caminha três passos, a utopia se afasta de você. Se caminha mais três, a utopia se afasta mais ainda de você. Então pra quê que serve a utopia? Pra você nunca deixar de caminhar. Eu acho que o sonho, ele entra muito nisso, né? Você nunca pode deixar de sonhar pra você nunca deixar de caminhar. Porque quando a gente para de caminhar, a gente morre pra vida. Então, é… Temos que ter desejos. Temos que ter sonhos. Podem ser pequenos. Quando a gente fala em sonhos, parece que tem que ser descobrir a lâmpada, grandes descobertas, descobrir a luz. Não é isso. A gente pode ter um sonho de fazer um jardim mais bonito. A gente pode ter um sonho de, duas vezes por semana, levar e buscar meu filho na escola. A gente pode ter milhões de sonhos, sonhos de fazer um projeto, de começar uma nova produtora. Enfim, eu estou falando de coisas diferentes, porque sonhos podem ser muitos sonhos. A gente não pode deixar de sonhar.
– O filme “Minha vida em Marte” fala sobre a relação de amizade entre sua personagem Fernanda e o Aníbal (Paulo Gustavo) e gerou bastante identificação do público. O que levou ao êxito desse longa-metragem?
Minha Vida em Marte é um fenômeno, já veio do teatro, né? O filme foi depois da peça. E a história da Fernanda, claro, uma mulher em crise num casamento, lidando com as intolerâncias diárias, com falta de libido, que tem uma identificação enorme com milhões de casais, né? Porque a rotina, ela massacra o namoro, o enamoramento, o apaixonamento dos casais. Tem Paulo Gustavo, que é o gênio, insubstituível, e tem uma grande homenagem, amizade no final do filme. Porque amigo é aquele amor que você ama a vida inteira, você só não transa com ele. Inclusive no filme tem essa fala. Eu falo com o Paulo Gustavo no filme uma hora, a Fernanda fala para o Aníbal: “eu gosto de viajar com você, de sair com você, de conversar com você, e a gente só não transa”. E o Paulo Gustavo fala “ainda bem, né, senhora?”. Então, é isso. Então, essa homenagem à amizade eu acho que sela ali uma história de amor muito bonita.
– Quais serão seus próximos projetos? A gente pode esperar novos filmes? Tem como dar algum spoiler para nós?
Meu próximo projeto é um filme com a Ingrid Guimarães, né, nós faremos duas mulheres com duas filhas adolescentes tendo que lidar com todo esse momento de filha adolescente com o nosso momento de 50 anos, ressignificando a vida. Como hoje existe a longevidade, a gente está vivendo mais pós 50 anos. São muitos anos pela frente ainda, então hoje as pessoas de 50 anos param e pensam o seguinte: “será que eu quero essa mesma relação para os próximos 30, 40 anos? Será que eu quero esse trabalho para os próximos 30, 40 anos? Será que eu quero viver nessa cidade nos próximos 30, 40 anos?” Então a gente está repensando a vida aos 50 anos. Cinquenta anos não é mais o final da vida, é o início de um novo ciclo. Então é sobre isso que a gente vai falar.
– Conta para gente sobre o seu projeto chamado “Mônica Total”?
“Mônica Total” é a minha paixão do momento, porque é esse projeto que começou no Instagram toda quarta-feira, um vídeo sobre um tema que eu escolho e ali tem reflexão, tem humor, tem história, tem leveza, tem sempre uma coisa positiva e sempre te levando a pensar sobre aquilo. O Mônica Total provavelmente vai dar frutos, vai ser um espetáculo, vai virar livro, porque é um sucesso no meu Instagram, pode ser que aumente, pode ser que vá para outros lugares… então, por enquanto, está ali no meu Instagram e eu tenho a direção da Susana Garcia, minha irmã, que a gente tem controle absoluto sobre esse projeto que está começando ali no Instagram, mas que já é muito especial.
– Qual conselho você daria para as pessoas?
O conselho que eu daria para as pessoas é para parar e se perguntar quem sou eu hoje? Quais são os meus desejos hoje? O que me faz feliz hoje? Porque às vezes a gente carrega muito do que o outro pensa de você, do que o outro espera de você, do que o outro deseja para você. Então muitas vezes a gente faz uma coisa pelo outro, o que o outro acha que é o certo, o que a gente quer, o que a gente deseja. Será que eu tô fazendo o que eu desejo de verdade ou que o outro acha que eu devo fazer, que é o certo? O que é certo? O que é errado? É certo pra mim? É certo pra ele, mas é errado pra mim? Então acho que o conselho que eu daria é a gente parar e se perguntar: “quem sou eu hoje? Quais são os meus verdadeiros desejos?”.
– Você estará dia 5 de dezembro em João Pessoa com “Minha vida em Marte”. O que você acha da cidade? Qual sua expectativa para esse espetáculo na Paraíba?
Meu amor, dia 5 de dezembro, quinta-feira, eu espero que aquele teatro Pedra do Reino esteja cheio, lotado, que eu estou com uma expectativa muito alta. Eu estou apaixonada pra rever João Pessoa! Eu já cheguei mergulhando na praia, quero muita água do mar. Acho essa cidade deliciosa, esse povo caloroso, amoroso que me recebeu com tanto carinho e eu estou esperando para retribuir esse carinho no palco na quinta-feira, às oito horas da noite. Estou esperando todo mundo lá!
– No Papo Pop, a gente sempre faz a última pergunta assim: o que você queria responder que ninguém nunca perguntou?
Olha, ninguém me pergunta o que eu faço nas minhas horas vagas, porque todo mundo quer saber dos meus trabalhos, o que eu faço, de como eu escrevo, das horas vagas que são poucas. O que eu mais gosto de fazer é ficar em casa sem maquiagem, sem fazer nada no cabelo, nem seco o cabelo, nada, deitada com a minha filha vendo um filminho, agarrada com ela, ou então com o meu namorado, comendo uma coisinha gostosa, que ele é gourmet, ele gosta de cozinhar muito. Então o que eu mais gosto de fazer é ficar sem fazer nada. E quando eu consigo não fazer nada, para mim é uma vitória, porque eu sou operativa, eu tenho milhões de coisas na cabeça, muitas abas abertas. Eu acho que é uma conquista, hoje em dia, a gente conseguir pausas nas nossas vidas. Um beijo!
GIRO POP:
-Dia 8 de dezembro, pela primeira vez, o Numanice será transmitido ao vivo através do YouTube e os fãs da cantora terão a oportunidade de acompanhar a festa em tempo real! O show acontecerá no Rio de Janeiro! Vai ser tudoo!
-Lexa anunciou oficialmente seu novo álbum de estúdio, “Mania”. O projeto foi lançado na madrugada do dia 29 de novembro. Vale super a pena conferir!
-Beyoncé é eleita a maior estrela pop do século pela ‘Billboard’. “Beyoncé está no topo de nossa lista editorial escolhida pela equipe com base em seus 25 anos completos de influência, impacto e evolução”, justificou a publicação norte-americana para a escolha.
-Não esqueça que toda sexta-feira temos a coluna ‘Agenda Pop’, às 15h30, no programa Tarde Pop na Rádio Pop 89,3 FM!
-O programa Papo Pop da próxima terça-feira (10) às 21h será com a artista Val Donato. Vai ter muita música e conversa boa! Não perca!!!!