O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), seguiu a relatora Cármen Lúcia e votou pela permanência da prisão preventiva do padre Egídio de Carvalho. O julgamento começou nesta sexta-feira (4) e segue até o dia 11 deste mês.
O caso está sendo julgado 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal. A defesa do padre impetrou um habeas corpus pedindo a revogação da prisão preventiva. O religioso é suspeito de comandar uma quadrilha responsável por desvios milionários do Hospital Padre Zé, em João Pessoa.
O habeas corpus solicitado pela defesa do padre Egídio já foi negado em decisão monocrática da ministra Cármen Lúcia, relatora do habeas corpus. Agora, a ação será analisada pelos outros ministros da 1ª Turma.
Os ministros Luiz Fux, Alexandre de Moraes e Flávio Dino ainda não votaram. O religioso está cumprindo prisão domiciliar desde abril do ano passado.




