Os exames periciais realizados no corpo da idosa Milce Daniel Pessoa, de 72 anos, não apontaram marcas de agressão física, abuso sexual ou envenenamento. A informação foi confirmada pelo Instituto de Polícia Científica (IPC), responsável pela análise cadavérica. Apesar disso, a causa da morte ainda não foi oficialmente esclarecida.
A idosa estava desaparecida desde o dia 22 de abril, quando saiu para acompanhar um conhecido em uma consulta no Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires, localizado entre Santa Rita e Bayeux, na Região Metropolitana de João Pessoa. Desde então, familiares iniciaram buscas e mobilizaram campanhas nas redes sociais em busca de informações.
O corpo de Milce foi encontrado seis dias depois, em uma área de vegetação no município de Bayeux. A localização ocorreu durante uma operação coordenada pelas forças de segurança, com apoio de bombeiros e cães farejadores. O reconhecimento foi feito pela família a partir das roupas e objetos pessoais encontrados com a vítima.
Mesmo com a ausência de sinais aparentes de violência nos primeiros laudos, a Polícia Civil informou que o inquérito permanece em andamento. Novas análises devem ser realizadas para ajudar a determinar o que provocou a morte da idosa.
O homem que esteve com Milce antes do desaparecimento chegou a prestar depoimento às autoridades. Segundo a investigação, algumas informações apresentadas inicialmente passaram por verificação após divergências identificadas pelos investigadores.
A família segue aguardando respostas sobre o caso e cobra a conclusão das investigações para esclarecer as circunstâncias da morte.




