Lucas Ribeiro nega interferência em eventual reeleição: “Governador sou eu”

Segundo Lucas, adversários recorrem a esse tipo de narrativa por não encontrarem fatos que comprometam sua atuação.

Foto: CBN
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O governador da Paraíba, Lucas Ribeiro (PP), rebateu as declarações de que, em caso de reeleição, o comando do Governo do Estado teria influência do deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP), seu tio. Em entrevista à Rádio CBN, o gestor afirmou que as críticas são motivadas pela falta de questionamentos sobre sua conduta pessoal e administrativa.

Segundo Lucas, adversários recorrem a esse tipo de narrativa por não encontrarem fatos que comprometam sua atuação.

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“Eu nem respondo, porque isso aí é coisa de gente que não tem o que falar de mim. Na verdade, não tem o que dizer da minha pessoa. Não tem como dizer que Lucas responde a um processo, que Lucas tem alguma ação suspeita. Nada disso eles encontram contra a minha pessoa. Então, vão buscar lendas, criações como essa”, afirmou.

Ao defender sua autonomia à frente do Executivo estadual, o governador citou decisões adotadas desde que assumiu o cargo e ressaltou que a responsabilidade pelas ações da gestão é exclusivamente dele.

“Podem olhar os meus 100 dias de governo. Quem fez gestão? Quem tomou as decisões? Quem estava lá? Quem está tomando a decisão hoje de chamar os concursados, de convocar mais 490 policiais e bombeiros militares para a Paraíba? Quem tomou a decisão de assumir o Hospital da Eclipse e está lá investindo R$ 4 milhões por mês? Todo dia eu recebo áudio de pessoas elogiando e agradecendo o serviço. Quem está tomando essa decisão? Sou eu”, declarou.

Lucas Ribeiro também reforçou que todas as decisões do governo passam por sua responsabilidade e rejeitou a ideia de que outra pessoa exerça influência sobre sua administração.

“Governador sou eu. A responsabilidade por qualquer decisão recai sobre mim. E aqui eu não vou admitir que as pessoas venham querendo dizer que existe interferência de outra pessoa. No fim do dia, sou eu quem assina o papel, quem pega a caneta para responder e decidir. Isso é o que acontece e essa é a realidade”, concluiu.

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