IPC conclui exames, descarta crime e aponta morte natural de idosa desaparecida em Bayeux

A força-tarefa da perícia oficial realizou exames complexos. Ao todo, foram emitidos nove laudos, com destaque para testes toxicológicos e sexológicos negativos para violência.

Foto: Luana Silva/g1
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O Instituto de Polícia Científica da Paraíba (IPC-PB) concluiu que a aposentada Milce Daniel Pessoa, de 72 anos, morreu por causas naturais. A idosa havia sumido na Grande João Pessoa, em Bayeux, e foi localizada sem vida posteriormente. A diretora do órgão, Raquel Azevedo, confirmou a informação oficial nesta segunda-feira (1º).

A força-tarefa da perícia oficial realizou exames complexos. Ao todo, foram emitidos nove laudos, com destaque para testes toxicológicos e sexológicos negativos para violência.

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De acordo com o IPC-PB, a morte foi causada por fatores naturais, sem marcas de agressão ou interferência de terceiros. Devido ao estado em que o corpo foi localizado, a perícia não determinou a data exata do falecimento. Entretanto, os exames confirmam que a idosa já não apresentava sinais vitais no dia 27 de abril.

Investigação descarta indícios de crime

Os resultados dos exames laboratoriais e de necropsia descartaram qualquer evidência de violência, abuso ou ação criminosa. Milce Daniel Pessoa desapareceu em abril e mobilizou familiares e autoridades nas buscas. O corpo da aposentada foi encontrado no dia 24 de abril, exatamente dois dias após a família registrar a ocorrência do sumiço.

Com a entrega e homologação dos laudos periciais do Instituto de Polícia Científica, as autoridades policiais devem arquivar o procedimento de investigação de crime, uma vez que a tese de morte natural encerra as suspeitas de homicídio ou correlatos.

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