A seleção argentina e a Espanha entram em campo neste domingo (19) para disputar a final da Copa do Mundo de 2026 em busca do título mais cobiçado do futebol. Mas, quando os campeões levantarem a taça, eles não estarão apenas erguendo um troféu: ali estará uma peça feita de ouro maciço 18 quilates, com detalhes em malaquita, uma pedra semipreciosa usada na base da escultura.
A atual taça da Copa do Mundo foi criada em 1971, depois que o Brasil conquistou definitivamente a antiga Taça Jules Rimet ao vencer o Mundial pela terceira vez, em 1970. O novo troféu foi apresentado na Copa de 1974, na Alemanha, e desde então passou a ser entregue aos campeões do torneio.
O objeto tem 36,5 centímetros de altura, pesa aproximadamente 6,175 kg e é produzido com ouro maciço 18 quilates — uma liga que contém cerca de 75% de ouro puro. A peça também possui uma base circular formada por duas camadas de malaquita, uma pedra conhecida pela tonalidade verde e por seus desenhos naturais.
Apesar do valor simbólico, a FIFA não divulga oficialmente o preço da taça. Especialistas estimam que apenas o ouro utilizado na fabricação represente uma quantia milionária, considerando a cotação internacional do metal precioso.
No entanto, o valor histórico e esportivo do troféu faz com que ele seja considerado praticamente incalculável.
A taça que os jogadores levantam não fica com eles
Diferentemente do que acontecia com a antiga Jules Rimet, o campeão da Copa do Mundo não fica definitivamente com o troféu atual. Após a cerimônia de premiação, a seleção vencedora recebe uma réplica banhada a ouro para guardar.
A taça original permanece sob responsabilidade da FIFA e é utilizada nas cerimônias oficiais do Mundial. O nome de cada campeão é gravado na parte inferior do troféu, em uma faixa espiral que envolve a base.
Até hoje, o espaço para os nomes das seleções campeãs é limitado. Quando todos os espaços forem preenchidos, a FIFA deverá decidir se fará uma nova alteração na base ou se criará um novo modelo de troféu.
Fonte: G1



